Paulo de Tarso Lara Pires, engenheiro florestal, advogado, é mestre em Economia e Política Florestal pela UFPR e doutor em Ciências Florestais (UFPR). Pós-doutorado em Direito Ambiental e Desastres Naturais na Universidade de Berkeley – Califórnia.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Izabella Teixeira anuncia liberação de créditos para combater mudanças climáticas


O Fundo Clima está em vigor. O anúncio foi feito na última segunda-feira (13) pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A proposta tem como objetivo incentivar o desenvolvimento sustentável no Brasil.

O programa foi lançado em 2011, mas somente agora tem as linhas de crédito liberadas, conforme informado pela ministra Izabella Teixeira e pelo presidente do BNDES Luciano Coutinho. Inicialmente estarão disponíveis R$200 milhões, mas é possível que o montante alcance R$560 milhões até o final deste ano.

A verba estará disponível para financiar projetos que reduzam a quantidade de gases de efeito estufa liberados pelo setor de transportes, energia e que trabalhem com o intuito de melhorar a mobilidade urbana em grandes cidades brasileiras. Além disso, pesquisas direcionadas a essas áreas também terão espaço no financiamento.

Outros setores que estão inclusos no projeto são máquinas e equipamentos eficientes, ações de combate à desertificação e estruturas que transformem resíduos em energia.

O petróleo é o maior fornecedor de recursos usados no programa, responsável por prover 60% do capital através da Participação Especial do Petróleo, recebido pelo Ministério. Apesar de contar com o apoio direto do BNDES, nem todo o montante será disponibilizado em forma de empréstimo. O MMA será responsável pela gestão de uma parte que será investida sem reembolso.

Para Mauro Pires, secretário de mudança climáticas do MMA, “alinha de crédito do Fundo Clima é um instrumento importantíssimo para que o Brasil consiga alcançar compromissos nacionais voluntários de redução de emissões de gases de efeito estufa”. Segundo ele, a medida deve incentivar empreendimentos eficientes, que reduzam as emissões de gases de efeito estufa e auxiliem no combate às mudanças climáticas.

Os projetos poderão contar com até 90% do valor financiado pelo BNDES, com taxas de juros de 2,5% ao ano e prazo de até 25 anos. Com informações do Globo Natureza.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Mudanças Climáticas - Seleção de Vídeos

Aquecimento global, tormentas do tempo, desastres, mortes de animais e pessoas. Os efeitos das mudanças climáticas já estão afetando a nossa vida? O que é verdade? O que é mito?
A seguir, seguem indicações de vídeos e documentários sobre Mudanças Climáticas e seus efeitos no planeta. Assista e tire suas conclusões.


Mudanças Climáticas- BBC

 




Uma Verdade Inconveniente - Dublado (Al Gore)

 



Mudanças no clima, mudanças de vidas - Greenpeace





A grande farsa do Aquecimento Global - BBC




Mudanças climáticas- Canal Futura

 


O mapa da tragédia em Nova Friburgo - Globo Filmes

 



 Mudanças Climáticas/ Meio Ambiente por inteiro - TV Justiça


 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

COP 17 tem início na África do Sul e pode definir futuro do Protocolo de Kyoto

Começou nesta segunda-feira (28), em Durban, a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU. A reunião conta com autoridades de 190 países que, durante os próximos 11 dias, irão discutir estratégias e possíveis acordos para reduzir o aquecimento global.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, foi o responsável pelo discurso de abertura da COP 17. Durante a sua fala, o líder africano mostrou confianças de que é possível que o encontro termine com resultados positivos. Ele também lembrou a responsabilidade dos países desenvolvidos e as consequências das mudanças climáticas, que podem reduzir em 50% a produção agrícola de países africanos, durante os próximos 40 anos.

Um dos pontos que terá maior atenção durante os debates será o Protocolo de Kyoto, que expira oficialmente em 2012. Enquanto nações emergentes, como o Brasil, cobram a prorrogação do acordo, países desenvolvidos alegam que a responsabilidade pela redução nas emissões deve atingir a todos os grandes emissores, incluindo China e EUA, que atualmente não estão comprometidos com as metas.

Além desse, existe outro problema. A União Europeia, que está entre os mais dispostos a estabelecer metas e trabalhar para a redução das emissões de gases de efeito estufa, enfrenta uma grave crise financeira. Este problema também é um embate para o funcionamento do Fundo Verde, idealizado na COP 16, em 2010.

O Fundo Verde deveria funcionar como uma estratégia de financiamento, bancada pelos países ricos, para que as nações em desenvolvimento pudessem investir em tecnologia limpa e outras ações direcionadas à mitigação das mudanças climáticas e do impacto disso na população.

O Brasil está entre os países que irão defender a prorrogação do Protocolo de Kyoto. O embaixador André Corrêa do Lago, será o representante brasileiro na negociação e, segundo ele, é importante lutar pelo acordo já existente, pois será difícil conseguir outro que tenha toda a abrangência que Kyoto tem.

Com informações Globo Natureza.

Site Oficial da COP 17

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